Vídeo do programa da TV Boas Novas, do Dia Nacional de Luta das Pessoas com
Deficiência (21/09):
Av. Rio Branco, 277/Grupo 708, Rio de Janeiro/RJ, CEP 20040-009, Tel.: (21) 3553-8045
sábado, 24 de setembro de 2011
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência
O Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência foi instituído pelo movimento social em Encontro Nacional, em 1982, com todas as entidades nacionais. Foi escolhido o dia 21 de setembro pela proximidade com a primavera e o dia da árvore numa representação do nascimento de nossas reivindicações de cidadania e participação plena em igualdade de condições.
Esta data é comemorada e lembrada todos os anos desde então em todos os estados; serve de momento para refletir e buscar novos caminhos em nossas lutas, e também como forma de divulgar nossas lutas por inclusão social.
(Cedipod)
Esta data é comemorada e lembrada todos os anos desde então em todos os estados; serve de momento para refletir e buscar novos caminhos em nossas lutas, e também como forma de divulgar nossas lutas por inclusão social.
(Cedipod)
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Infoglobo emprega deficientes

A Infoglobo Comunicação e Participações SA, empresa que edita e publica os jornais O Globo, Extra e Expresso seleciona profissionais para área de Venda de Assinaturas.
Oferece: salário fixo + remuneração variável, participação nos lucros, plano de saúde e odontológico, refeição no local de trabalho, vale transporte, auxílio creche, apólice de seguro, descontos em farmácia e auxílio funeral.
Ótimo ambiente de trabalho e possibilidades de encarreiramento.
Cadastre seu currículo em:
Ou ligue para: (21) 3553-8045
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Emprego para pessoa com deficiência
Rio de Janeiro / RJ
Empresa de grande porte / Telecomunicações
Assistente Administrativo I
Ensino Médio Completo
Conhecimento Básico de Word, Excel e Internet
Desejável experiência na função
Salário de R$ 960,00, VT, AM, AO, TR, Auxílio Creche, Previdência Privada, PL, Auxílio Farmácia.
Ligue para (21) 3553-8045 ou cadastre seu currículo em http://www.solucoessustentaveis.com/.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Emprego para pessoa com deficiência
Rio de Janeiro / Área de Comunicações
Ensino médio completo
Conhecimento básico de informática
Experiência em função de vendas ou atendimento
Salário, VT, refeição no local, assistência médica e odontológica, desconto em drogaria, auxílio creche de R$260,00 (p/ mulheres).
Ligue para (21) 3553-8045 ou cadastre seu currículo em http://www.solucoessustentaveis.com/.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Mesmo que seja no tranco
O Globo, Opinião, 29/07/2011:
Mesmo que seja no tranco
ANDREI BASTOS
As contradições da sociedade brasileira são incontáveis e, nas questões referentes às pessoas com deficiência, muitas chegam a ser paradoxais. É o que acontece, por exemplo, nas cotas no mercado de trabalho para este segmento, com uma lei de 20 anos regulamentada há doze, o que não é uma excepcionalidade em nosso processo legislativo.
Também não é um paradoxo sua defesa por quem propugna a autonomia dos deficientes, como eu. Na pior das hipóteses, este grupo entende essa ação afirmativa como um mal necessário diante do abandono a que sempre foi relegado o segmento, do berçário ao mercado de trabalho. A adúltera que é contra o adultério, neste caso, é a pessoa que não admite soluções alternativas diante da falta de qualificação profissional, que atinge toda a sociedade e não apenas às pessoas com deficiência, que ficam em desvantagem dupla.
Sem a preocupação de combater o preconceito, que é subjetivo e serve muitas vezes a discursos hipócritas, e metendo o dedo na ferida da discriminação, vamos cobrar da sociedade e das empresas o cumprimento da lei de cotas e a aplicação de soluções alternativas objetivas e comprometidas com uma inclusão real. E incluir de verdade significa empregar diretamente pessoas com deficiência, sem terceirização, promovendo, sempre que necessário, sua qualificação profissional dentro das empresas.
Outra medida absolutamente necessária é a ampliação da lei de cotas para as pequenas e médias empresas, que empregam em torno de 90% da mão de obra brasileira. É óbvio que apenas essa providência fará com que o número de aproximadamente 300 mil pessoas com deficiência empregadas seja rapidamente superado por larga margem.
Sem contar com bravatas, apelos vagos e assistencialismo, as pessoas com deficiência precisam tomar as rédeas desse processo e lutar por políticas públicas que efetivem seus direitos, não se deixando levar a combater os moinhos de vento do Estado, pois ele é reflexo de nossas contradições e paradoxos. Da mesma forma, embora saibamos que as empresas têm finalidade social e que o mercado é feito por nós e para nós, porque insistirmos em dar murros na ponta da faca do lucro, se cada vez mais o mundo demonstra a necessidade de desenvolvimento sustentável financeira, ambiental e socialmente? Não precisamos ferir as mãos, pois logo a responsabilidade social terá o mesmo peso que a ambiental, apesar do descaso dos nossos capitalistas, que só demonstram tais preocupações quando operam no exterior, e onde isso é cobrado, literalmente “para inglês ver”.
O não cumprimento de leis em geral também caracteriza nossa sociedade desqualificada profissional e eticamente, do desrespeito a vagas reservadas ao desvio do dinheiro público que poderia qualificar toda a mão de obra brasileira e não apenas as pessoas com deficiência. No nosso caso, para combater essa tradição perversa de leis que não “pegam” e defendendo sem concessões que “nada sobre nós, sem nós”, o que precisamos é fazer a lei de cotas “pegar”, mesmo que seja no tranco da qualificação dentro das empresas.
ANDREI BASTOS é jornalista e integra a Comissão de Direitos Humanos da OAB/RJ.
Mesmo que seja no tranco
ANDREI BASTOS
As contradições da sociedade brasileira são incontáveis e, nas questões referentes às pessoas com deficiência, muitas chegam a ser paradoxais. É o que acontece, por exemplo, nas cotas no mercado de trabalho para este segmento, com uma lei de 20 anos regulamentada há doze, o que não é uma excepcionalidade em nosso processo legislativo.
Também não é um paradoxo sua defesa por quem propugna a autonomia dos deficientes, como eu. Na pior das hipóteses, este grupo entende essa ação afirmativa como um mal necessário diante do abandono a que sempre foi relegado o segmento, do berçário ao mercado de trabalho. A adúltera que é contra o adultério, neste caso, é a pessoa que não admite soluções alternativas diante da falta de qualificação profissional, que atinge toda a sociedade e não apenas às pessoas com deficiência, que ficam em desvantagem dupla.
Sem a preocupação de combater o preconceito, que é subjetivo e serve muitas vezes a discursos hipócritas, e metendo o dedo na ferida da discriminação, vamos cobrar da sociedade e das empresas o cumprimento da lei de cotas e a aplicação de soluções alternativas objetivas e comprometidas com uma inclusão real. E incluir de verdade significa empregar diretamente pessoas com deficiência, sem terceirização, promovendo, sempre que necessário, sua qualificação profissional dentro das empresas.
Outra medida absolutamente necessária é a ampliação da lei de cotas para as pequenas e médias empresas, que empregam em torno de 90% da mão de obra brasileira. É óbvio que apenas essa providência fará com que o número de aproximadamente 300 mil pessoas com deficiência empregadas seja rapidamente superado por larga margem.
Sem contar com bravatas, apelos vagos e assistencialismo, as pessoas com deficiência precisam tomar as rédeas desse processo e lutar por políticas públicas que efetivem seus direitos, não se deixando levar a combater os moinhos de vento do Estado, pois ele é reflexo de nossas contradições e paradoxos. Da mesma forma, embora saibamos que as empresas têm finalidade social e que o mercado é feito por nós e para nós, porque insistirmos em dar murros na ponta da faca do lucro, se cada vez mais o mundo demonstra a necessidade de desenvolvimento sustentável financeira, ambiental e socialmente? Não precisamos ferir as mãos, pois logo a responsabilidade social terá o mesmo peso que a ambiental, apesar do descaso dos nossos capitalistas, que só demonstram tais preocupações quando operam no exterior, e onde isso é cobrado, literalmente “para inglês ver”.
O não cumprimento de leis em geral também caracteriza nossa sociedade desqualificada profissional e eticamente, do desrespeito a vagas reservadas ao desvio do dinheiro público que poderia qualificar toda a mão de obra brasileira e não apenas as pessoas com deficiência. No nosso caso, para combater essa tradição perversa de leis que não “pegam” e defendendo sem concessões que “nada sobre nós, sem nós”, o que precisamos é fazer a lei de cotas “pegar”, mesmo que seja no tranco da qualificação dentro das empresas.
ANDREI BASTOS é jornalista e integra a Comissão de Direitos Humanos da OAB/RJ.
domingo, 24 de julho de 2011
Precisa-se de engenheiro com deficiência
A Soluções Sustentáveis precisa de engenheiro com deficiência para trabalhar na indústria.
Cadastre seu currículo em:
http://www.solucoessustentaveis.com/
Para conhecer detalhes e benefícios, ligue para:
(21) 3553-8045
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